De acordo com o delegado Marcus Vinícius Lobo, cada um dos homens era responsável por uma tarefa no grupo: um cuidada do gerenciamento, do gerenciamento até as vendas para o consumidor final. O suspeito de liderar o grupo preso em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, era o responsável por abastecer vários pontos do tráfico, com toneladas de drogas, principalmente de maconha. Já as movimentações financeiras eram feitas pelas mulheres.
Ainda, segundo a PCMG, os integrantes levavam uma vida luxuosa, ostentando veículos que custam de R$ 300 a 500 mil cada. Um dos carros era blindado. Os suspeitos também moravam em imóveis de luxo.
“Um dos gerentes residia em um apartamento de luxo no bairro Buritis, na capital mineira, sendo que a residência dele era incompatível, pois ele não tem trabalho fixo”, contou o delegado.
Eles serão indiciados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.