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Maior parte dos desaparecidos de Minas querem romper vínculos familiares, diz Polícia Civil

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Delegada Ingrid Estevam, da Divisão Especializada de Referência à Pessoa Desaparecida, em entrevista ao Direto da Redação — Foto: O TEMPO / YouTube

A grande maioria das pessoas desaparecidas em Minas Gerais deixam os lares de forma voluntária. É o que informou a delegada Ingrid Estevam, delegada chefe da Divisão Especializada de Referência à Pessoa Desaparecida, em entrevista ao Direto da Redação, da FM O TEMPO, nesta segunda-feira (15). Com informações de O Tempo.

“Temos enorme preocupação com as pessoas desaparecidas, seja criança, adolescente ou adulto. O que recebemos é que a maioria dos desaparecidos ocorre em razão de voluntariedade. Ou seja, por vontade própria, a pessoa sai de casa por não querer mais relação com a família e corta os vínculos”, disse a delegada.

Há casos, no entanto, de desaparecimento que se tratam de crimes e envolvem, em sua maioria, crianças e adolescentes. A Polícia Civil incorporou na última quinta-feira (11) um sistema de disparos de alertas por meio das redes sociais para casos graves de desaparecimento de crianças e adolescentes. Por meio do programa “Alerta Amber”, os usuários receberão postagens de alerta com fotos e informações dos menores.

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