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Coronavirus: Prefeitura emite nota de esclarecimento sobre vacinação

Foi inciada na última quarta-feira, 20 de janeiro, a vacinação contra coronavírus em Nova Serrana. Contudo o município recebeu apenas 400 doses da vacina, sendo assim, segundo nota encaminhada pelo executivo municipal, a administração seguiu as orientações do Ministério da Saúde, para iniciar a campanha.
Conforme informado pela gestão, as orientações foram que a campanha deveria ser iniciada tendo como público prioritário os profissionais da saúde que atuam na linha de frente do enfrentamento ao coronavírus.
Foi também informado pela administração em nota que a segunda dose da vacina será aplicada nos profissionais assim que forem liberadas pelo Governo de Minas e entregues no município, bem como a campanha será estendida para os demais profissionais de saúde e grupos prioritários de acordo com a disponibilização das doses.
Confira abaixo nota encaminhada pela administração
“De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, na primeira etapa de vacinação contra Covid-19, foi definido como prioridade os profissionais de Saúde que atuam diretamente com pacientes diagnosticados e confirmados como positivos, e moradores (idosos) e trabalhadores das instituições de longa permanência. O município de Nova Serrana recebeu um total de 400 doses para estes trabalhadores, nesta quarta-feira (20).
Estão recebendo o imunizante os profissionais que atuam no Ambulatório-Covid da UPA de Nova Serrana; Enfermaria-Covid e CTI-Covid do Hospital São José; Leitos-Covid e ambulatório-Covid do Hospital Santa Mônica NS; Técnicos e enfermeiros da Secretaria Municipal de Saúde, que estão atuando na campanha de vacinação; idosos internados em instituições de longa permanência e profissionais (Lar Vicentino) e profissionais do SAMU.
Todas as pessoas que receberam a primeira dose, receberão a segunda assim que liberadas as vacinas pelo governo do estado e chegada na cidade. E, de acordo com a disponibilização das doses, o município estenderá a imunização para os demais profissionais de saúde e grupos prioritários”.