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Calçados

Nova Serrana dobra exportação de calçados e aposta no Oriente Médio para alavancar vendas

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A exportação de calçados do polo de Nova Serrana, no Centro-Oeste de Minas Gerais, quase dobrou de janeiro a setembro de 2021. As vendas ao mercado externo atingiram US$ 14 milhões nos nove primeiros meses deste ano, alta de 93,7% em relação ao mesmo período de 2020. A indústria aposta em qualidade e conforto para chegar ao Oriente Médio e alavancar vendas de modelos esportivos “made in Brazil”. As informações são da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg).

A alta das exportações dos calçados de janeiro a setembro foi de 88,1% em volume, passando de 8,5 milhões para 16 milhões de unidades no período, segundo dados do Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (Sindinova), que representa 800 indústrias da região, um dos maiores polos brasileiro do setor.

“Eu arrisco dizer que as exportações vão dobrar em 2021. Nossos calçados esportivos têm qualidade, preço e estamos buscando novos mercados”, afirma Ronaldo Andrade Lacerda, presidente do Sindinova.

Cerca de 95% das exportações são concentradas na América do Sul e as indústrias da região de Nova Serrana querem abrir novos mercados, como Dubai, nos Emirados Árabes, onde o segmento de calçados esportivos é forte. O diferencial em relação a outros concorrentes, como os chineses, é a qualidade e diversidade. “Conseguimos oferecer mais variedade de modelos e cores e temos maior flexibilidade no volume de encomendas”, afirma Lacerda.

Ele faz parte do grupo de empresários mineiros que viaja em missão de novos negócios à Expo Dubai, neste mês, em busca de soluções mais sustentáveis e inovações para a indústria nacional. A missão, promovida pela FIEMG, vai levar empresários de áreas diversas, como mineração, energia, moda, alimentação e construção civil.

“É uma oportunidade para ver o que está acontecendo na vanguarda do mundo em termos de inovação tecnológica e sustentabilidade e poder trazer essas soluções para nossa indústria”, afirma Flávio Roscoe, presidente da FIEMG.

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