Divinópolis
Mãe agride professora na porta de escola em Divinópolis e é detida

Uma mulher de 35 anos foi detida após agredir a professora do filho na porta da Escola Estadual Lauro Epifânio, em Divinópolis.
Segundo a Polícia Militar (PM), a agressão aconteceu na última sexta-feira (14), depois que a docente ameaçou denunciar a mulher ao Conselho Tutelar por não ter comparecido a uma reunião do colégio.
Conforme a PM, a professora, de 51 anos, relatou que estava chegando à unidade de ensino quando foi abordada pela mãe de um aluno no portão e, sem aviso, foi atacada com tapas no rosto, puxões de cabelo e jogada no chão.
A briga só terminou quando outros funcionários da escola perceberam o que estava acontecendo e acionaram a polícia.
A agressora alegou que faltou a uma reunião de pais, e a professora teria dito que acionaria o Conselho Tutelar. Segundo a polícia, ambas confirmaram essa versão.
Uma mulher de 35 anos foi detida após agredir a professora do filho na porta da Escola Estadual Lauro Epifânio, em Divinópolis. Segundo a Polícia Militar (PM), a agressão aconteceu na última sexta-feira (14), depois que a docente ameaçou denunciar a mulher ao Conselho Tutelar por não ter comparecido a uma reunião do colégio.
Conforme a PM, a professora, de 51 anos, relatou que estava chegando à unidade de ensino quando foi abordada pela mãe de um aluno no portão e, sem aviso, foi atacada com tapas no rosto, puxões de cabelo e jogada no chão.
A briga só terminou quando outros funcionários da escola perceberam o que estava acontecendo e acionaram a polícia. Os nomes das envolvidas não foram divulgados.
A agressora alegou que faltou a uma reunião de pais, e a professora teria dito que acionaria o Conselho Tutelar. Segundo a polícia, ambas confirmaram essa versão.
A mulher foi presa e levada para a delegacia. O g1 procurou a Polícia Civil nesta segunda-feira (17) para saber se ela continua detida, mas ainda não obteve retorno.
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) disse que a direção da escola adotou todas as medidas necessárias e que uma equipe da Superintendência Regional de Ensino, responsável pela coordenação da escola, foi ao local para apurar a situação e elaborar um relatório de inspeção.
Além disso, o Núcleo de Acolhimento Educacional, composto por psicólogo e assistente social, vai à escola nesta segunda para acompanhar a docente.